Olá, eu me chamo Rahaf Sobh e sou estudante universitária de Sistemas de Informação e Estatística. Entre aulas, trabalhos e a luta para manter a sanidade mental com todos os meus afazeres, eu costumava achar difícil ler livros. Antes do Headway, mal conseguia terminar um. Começava com tudo e depois desistia. A aprendizagem parecia caótica e inconsistente.
A vida ficou agitada — universidade, trabalho, tudo. Eu precisava de uma maneira simples de continuar me desenvolvendo sem me sentir sobrecarregada. Foi então que descobri o Headway.
Ele se tornou minha dose diária rápida de aprendizagem, onde eu podia ler um resumo no café da manhã ou à noite antes de dormir. Na verdade, era divertido. Os resumos eram precisos e significativos, mantendo os pontos principais dos livros.
Comecei a aplicar o que aprendi e a falar sobre ideias. Até voltei a ler livros inteiros.
Alguns livros foram especialmente impactantes. “Hábitos atômicos” remodelou a minha maneira de pensar sobre rotinas, e “Começa com você” acendeu uma chama dentro de mim quando eu mais precisava.
Outro momento que mudou tudo para mim foi ver o livro “É assim que acaba” jogado por aí, inacabado. Não uma vez, mas várias vezes. Cada vez que eu o via intocado, sentia um pequeno, mas perceptível, desconforto. Não era apenas o livro em si. Era o lembrete de que eu não estava terminando o que havia começado. Eu não estava reservando tempo para o tipo de aprendizado e reflexão que sabia ser importante para mim. Esse pequeno desconforto acabou se tornando o empurrão que eu precisava para repensar minha abordagem à leitura.
Então, tentei algo diferente. Em vez de acessar o Instagram ou ficar rolando a tela sem pensar durante aqueles momentos de folga entre compromissos, comecei a ouvir um resumo do Headway. Eu o reproduzia enquanto me maquiava pela manhã ou durante minha rotina noturna. Não eram horas que eu reservava para estudar. Eram minutos que eu já tinha, mas que estavam sendo desperdiçados. E, felizmente, essa mudança se tornou permanente.
O que fez a diferença foi que nunca parecia ser um grande esforço forçado. Eu não estava adicionando algo difícil à minha agenda. Estava simplesmente escolhendo algo melhor durante o tempo que já tinha. Foi então que percebi: aprender não precisa ser tudo ou nada. Até mesmo pequenas doses fazem a diferença.
Pequenas sessões de aprendizagem me ajudaram a memorizar mais e realmente usar o que aprendi. Eu passei a me sentir mais confiante e focada na vida cotidiana, então não foi só o meu conhecimento que melhorou.
Antes, aprender parecia algo aleatório. Agora, é uma parte constante do meu dia — e eu adoro isso.
Se eu recomendaria? Com certeza. Especialmente se você for uma pessoa ocupada. É só enxergar isso como uma ferramenta, não como uma tarefa árdua.
Nota do editor para quem acha que é ocupado demais para aprender
Se você já sentiu que não tem tempo ou energia para terminar um livro, saiba que não está sozinho. Talvez você esteja conciliando estudos e trabalho. Talvez sua vida já esteja atarefada demais. Ou talvez, como eu, você esteja cansado de começar livros e nunca chegar ao fim.
Eis o que funcionou para mim: pare de tentar tornar a aprendizagem mais um item da sua lista de tarefas. Apenas encaixe-a nos momentos que você já tem disponíveis. O Headway me ajudou a fazer isso. Não precisei reservar tempo ou mudar minha agenda — apenas troquei o Instagram por insights sem nem perceber.
Não foi preciso disciplina. Foi preciso apenas fazer uma escolha diferente.
Está pronto para experimentar o Headway?
Se você ficou curioso, não pense muito. Comece com apenas um resumo. Escolha algo curto. Algo que pareça interessante ou útil. Ouça enquanto escova os dentes, vai para o trabalho ou toma seu café da manhã. Sem pressão — apenas dedique alguns minutos e veja como isso pode mudar seu dia.
Experimente o Headway hoje e transforme momentos dispersos em algo significativo. Seu futuro “eu” vai agradecer.
